
Após a graduação, a enfermeira Melissa Melissa Cristina buscou cursos de especialização na área
A área da Saúde é uma das que mais emprega no Brasil. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde do Ministério da Saúde (CNES), são aproximadamente 2,9 milhões de postos de trabalho no setor em todo o País. Desde 2012, conforme a Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp), as instituições vêm promovendo 500 novas contratações ao mês. E o setor de enfermagem é responsável por boa parte desse volume. Uma boa oportunidade para quem quer trabalhar cuidando das pessoas. Falta, no entanto, a devida valorização dos profissionais.
A formação em enfermagem é, por padrão, generalista. Os graduados saem da universidade com uma gama de conhecimentos em prestação de assistência. Daí, há várias oportunidades de especialização. Essa é a maior categoria da área de saúde, que está 24 horas por dia ao lado dos pacientes. O mercado de trabalho sempre tem vaga para os profissionais competentes e com compromisso. “É uma profissão essencial. A mão-de-obra que mantém os serviços de saúde é a da enfermagem”, cita a presidente do Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (Coren-PE), Giovana Mastrangeli.
Dentro da área, o profissional enfermeiro pode atuar em diversas frentes. Além dos cargos de assistência, que lidam diretamente com os pacientes, há outros mais burocráticos e de retaguarda. São as vagas de setores como auditoria, terapia intensiva ou controle interno de infecção hospitalar. E a tendência atual dos formados é se direcionar a estes postos diferenciados. Isso porque as profissões ligadas à assistência ainda remuneram mal.
Mas foram justamente os cuidados com pacientes que atraíram a hoje enfermeira Melissa Cristina Assunção e Castro, 26 anos. “Quando pensava em escolher minha profissão, sempre quis fazer algo para cuidar de pessoas. Essa foi a profissão que mais se aproximava do meu interesse”, lembra. Durante a graduação, estagiou no Hospital Santa Joana. Passou pelas áreas de UTI, emergência, bloco cirúrgico e clinica médica. Mas foi a primeira que mais lhe atraiu. Depois de formada, buscou fazer uma residência já na área e, posteriormente, foi contratada para a Unidade de Tratamento Intensivo do Santa Joana.
Melissa vê o cenário pernambucano de sua profissão como promissor, de preferência para os que se preocupam em melhorar sempre. “Para quem já passou por uma residência em enfermagem e tem pós-graduação, é um pouco mais fácil entrar no mercado. Quem não tem esses ‘extras’ tem mais dificuldade, principalmente porque os hospitais, em geral, pedem experiência e especializações para contratar”, analisa. PENOTICIAS
Segunda, 12 de Janeiro de 2015 - Postado por Elismar Rodrigues

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Mateus 7
1-Não julgueis, para que não sejais julgados. 2-Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão a vós. …