Pouco antes de morrer, o governador Eduardo Campos fez um pequeno enxugamento na máquina pública, reduzindo de 28 para 21 o número de secretarias e extinguindo alguns cargos comissionados. O governador eleito Paulo Câmara gostaria de dar andamento àquele trabalho. Mas talvez não tenha condições políticas de fazê-lo porque foi apoiado por uma frente de 21 partidos e vai precisar acomodá-los no governo para não enfrentar turbulências no curso da gestão. Poderá fazer, no máximo, a fusão de duas ou três secretarias, porém o grosso da atual estrutura deverá ser preservado. Até agora, nenhum partido reivindicou espaços no futuro governo. Mas como não acomodar no secretariado um representante do PMDB, do DEM, do PSDB, do PCdoB, do PR, do PDT e até da Rede de Marina Silva? Ainda que os quadros sejam técnicos, a vinculação com esses partidos terá que existir para evitar crises políticas no futuro.
O papel de Renata Campos
Se quiser fazer parte do futuro governo, a viúva Renata Campos terá o cargo que bem entender porque o governador eleito Paulo Câmara lhe fará esse gesto. Mas é improvável que ela aceite cargo de secretário porque o pequeno Miguel, com menos de 1 ano de idade, ainda requer muito a presença da mãe, que o leva ao médico pelo menos três vezes por semana. Continuar à frente do “Mãe Coruja” é uma possibilidade porque não requer o tempo que uma pasta consumiria.PENOTÍCIAS
Por Inaldo Sampaio


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Mateus 7
1-Não julgueis, para que não sejais julgados. 2-Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão a vós. …