Salgueiro e Serra Talhada deflagram greve nesta segunda-feira (13).
As unidades de Petrolina devem parar atividades a partir de agosto.
Está prevista para esta segunda-feira (13) o início da greve em dois campi e na reitoria do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE). As atividades devem parar por tempo indeterminado em Salgueiro e em Serra Talhada. Os dois campi localizados em Petrolina aderem à greve a partir do mês de agosto.
As unidades de Petrolina devem parar atividades a partir de agosto.
A decisão de paralisar as atividades foi tomada em assembleias
realizadas pelos professores e técnicos de cada unidade. O sindicato que
representa as categorias, o Sindicato Nacional dos Servidores Federais
da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), propôs a data
de início da greve na 131ª Plenária Nacional que aconteceu nos dias 13 e
14 de junho em Brasília-DF.
De acordo com uma nota divulgada pelo Sindicato, a pauta de
reivindicações está sendo debatida e deve ser aprovada nos próximos
dias. “A pauta de negociação é extensa e ainda está sendo definida, mas
existem pontos que são fundamentais, como o reajuste do salário tendo
como base a inflação, que não é reajustado há muito tempo e é uma luta
histórica. Além disso, tem a questão da qualidade das condições de
trabalho, a regulamentação da carga horária e a unificação das carreiras
e dos direitos políticos dos técnicos e professores”, explicou o
diretor de coordenação geral do Sinasefe, Herlon Bezerra.
Segundo Bezerra, participaram da plenária nacional os representantes da
reitoria e dos sete campi do Instituto, mas cada unidade fez
assembleias para decidir se aderia ou não à greve. “Santa Maria da Boa
Vista votou contra a greve, por tanto as aulas seguem sem alteração na
unidade. Já o Campus Petrolina Zona Rural optou por paralisar a partir
do dia 11 de agosto e o Campus Petrolina, no bairro João de Deus, adere
no dia 24 de agosto”, disse.
Em Floresta acontece uma reunião nesta quarta-feira (8) para decidir os rumos da mobilização. O Campus Ouricuri
só vai se reunir a partir do dia 20 de julho, quando os funcionários
voltam de recesso. “O calendário acadêmico de cada campi é independente,
por isso os técnicos e professores de cada unidade votam pela adesão.
Enquanto perdurar a greve nacional devem acontecer assembleias do
sindicato quinzenalmente”, concluiu Herlon.
Do G1 Petrolina
Quarta, 08 de julho de 2015 – Postado por Elismar Rodrigues –
www.ouricuriemfoco.com.br


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