Em
2014, o reajuste foi de até 5,68%. Na época, representantes
farmacêuticos reclamaram que, na prática, o aumento médio foi de 3,52%. O
possível reajuste, porém, não deve atingir o bolso do consumidor de
forma imediata. Isto ocorre por que os fabricantes e distribuidoras dos
medicamentos demoram alguns dias para enviar os catálogos com os valores
atualizados. Com isso, o ideal é que o consumidor pesquise bem antes de
decidir o local das compras.Medicamentos
do nível 1 serão reajustados no máximo, possivelmente, em 7,7%. Nesta
categoria estão incluídas drogas bastante comercializadas, como
omeprazol, metformina, sinvastatina, dipirona e amoxicilina. No segundo
nível, 2, remédios considerados de concorrência mediana, como o
risedross, o percentual será de 6,35%. Já os de menor concorrência ou
aqueles ainda protegidos por patentes, como ritalina, buscopan e
aerolin, terão aumento de 5%.
O consumidor pode conferir, no site
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma lista de 2014
sobre a classificação de cada remédio, e, portanto, o possível aumento
no preço de cada um. Para a maioria dos medicamentos, a classificação
não será alterada.
De acordo com o ministério, os medicamentos não
terão impactos de preços expressivos porque houve alteração na fórmula
de cálculo. Agora, serão usados a inflação, a produtividade, o custo dos
produtos usados pela indústria farmacêutica e a concorrência do
mercado. Com esta medida, o governo tenta adequar os valores à realidade
de mercado nacional. Antes, eram utilizados a inflação e a participação
de genéricos no mercado.
Fonte: DP
Segunda, 30 de março de 2015 - Postado por Elismar Rodrigues

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Mateus 7
1-Não julgueis, para que não sejais julgados. 2-Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão a vós. …